O frio que desponta
nas cumeadas
das estrelas desenha cicatrizes no timbre
dos pássaros
desmaiados ao amadurecer.
O silêncio dos seus gritos
escava na carne das madrugadas
fornalhas de indiferença em lenta combustão.
Alves Bento Belisário
ESTAMOS TODOS CONDENADOS À PRISÃO SOLÍTÁRIA DENTRO DA NOSSA PRÓPRIA PELE, PARA TODA A VIDA – TENNESSE WILLIAMS
segunda-feira, 20 de maio de 2019
sexta-feira, 17 de maio de 2019
Amo as formas despidas de uns seios em flor.
Amo a virgindade dos gestos e traços vestidos de sol.
Amo a embriaguez nua dos sentidos incendiados num beijo.
Amo a nudez e a simplicidade das falas despojadas de palavras.
Amo a fogosidade sensual dos bichos, das plantas, da terra…
Amo o perfume de rosas vestido com sexo e erotismo em flama.
Amo as manhãs de vida a desabrochar e pérolas de luz.
Amo o pulsar dos fios de sangue e de poeira… Amo-te a ti.
Alves Bento Belisário in Correntes de Poentropia
Amo a virgindade dos gestos e traços vestidos de sol.
Amo a embriaguez nua dos sentidos incendiados num beijo.
Amo a nudez e a simplicidade das falas despojadas de palavras.
Amo a fogosidade sensual dos bichos, das plantas, da terra…
Amo o perfume de rosas vestido com sexo e erotismo em flama.
Amo as manhãs de vida a desabrochar e pérolas de luz.
Amo o pulsar dos fios de sangue e de poeira… Amo-te a ti.
Alves Bento Belisário in Correntes de Poentropia
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