Esboroados na levedura
dos vocábulos
podemos ser sempre tudo aquilo que quisermos... adejos poéticos.
Não serão os beijos
palavras
lançadas por violinos tocados com mãos
de orvalho e de fogo?
Fingindo fugimos e seguimos e agrilhoados vamos aos diálogos
entre a veleidade e o silêncio.
Mais do que para ser falada, a vida deve servir
para ser vivida e despida em cada traço
e som e gesto e em tudo
manifesto.
(Alves Bento Belisário)
ESTAMOS TODOS CONDENADOS À PRISÃO SOLÍTÁRIA DENTRO DA NOSSA PRÓPRIA PELE, PARA TODA A VIDA – TENNESSE WILLIAMS
domingo, 2 de junho de 2019
segunda-feira, 20 de maio de 2019
sexta-feira, 17 de maio de 2019
Amo as formas despidas de uns seios em flor.
Amo a virgindade dos gestos e traços vestidos de sol.
Amo a embriaguez nua dos sentidos incendiados num beijo.
Amo a nudez e a simplicidade das falas despojadas de palavras.
Amo a fogosidade sensual dos bichos, das plantas, da terra…
Amo o perfume de rosas vestido com sexo e erotismo em flama.
Amo as manhãs de vida a desabrochar e pérolas de luz.
Amo o pulsar dos fios de sangue e de poeira… Amo-te a ti.
Alves Bento Belisário in Correntes de Poentropia
Amo a virgindade dos gestos e traços vestidos de sol.
Amo a embriaguez nua dos sentidos incendiados num beijo.
Amo a nudez e a simplicidade das falas despojadas de palavras.
Amo a fogosidade sensual dos bichos, das plantas, da terra…
Amo o perfume de rosas vestido com sexo e erotismo em flama.
Amo as manhãs de vida a desabrochar e pérolas de luz.
Amo o pulsar dos fios de sangue e de poeira… Amo-te a ti.
Alves Bento Belisário in Correntes de Poentropia
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