Esboroados na levedura
dos vocábulos
podemos ser sempre tudo aquilo que quisermos... adejos poéticos.
Não serão os beijos
palavras
lançadas por violinos tocados com mãos
de orvalho e de fogo?
Fingindo fugimos e seguimos e agrilhoados vamos aos diálogos
entre a veleidade e o silêncio.
Mais do que para ser falada, a vida deve servir
para ser vivida e despida em cada traço
e som e gesto e em tudo
manifesto.
(Alves Bento Belisário)
Sem comentários:
Enviar um comentário