Minha alma... Um mar em bulício na noite
que passa de mansinho, namoradeira.Um querer não ter céu onde pernoite
e do engenho uma mão com rasgos de fiadeira
pra pintar em cadernos a voz intensa
dum rouxinol que canta das minhas veias,
na firmeza e na dor da sombra densa,
todo o sentir do mundo, emoções das ideias...
Mas nada tenho, nada posso ou sou;
do chão um jardim de flores
se levantou.
Alves Bento Belisário in correntes de poentropia, Edições Apuro
Sem comentários:
Enviar um comentário